O Que Funciona na Hora de Estudar

Esta é outra das duas mais importante página deste site. Se você ler somente elas duas, já vai ter um impacto enorme no seu rendimento nos estudos.

 Veja, ouça, manipule.

O cérebro humano assimila as informações por intermédio dos órgãos dos sentidos, obviamente. Em cima disso, quando eu era jovem, surgiu uma teoria de que as pessoas poderiam ser divididas, conforme os sentidos que elas mais usassem para aprender as coisas, em três categorias: as “visuais”, as “auditivas” e as “cinestésicas”. As duas primeiras categorias, os nomes são autoexplicativos; a última diz respeito a todos os demais sentidos, e também ao movimento do corpo. Com base nisso, foram elaborados testes para identificar em quais categorias os estudantes se enquadravam, e foram desenvolvidos materiais e métodos de estudo específicos para quem se enquadrasse numa ou noutra categoria.

Hoje se sabe que todas as pessoas usam sobretudo a visão para aprender sobre o mundo; em segundo lugar, a audição; e depois, os outros sentidos e o movimento corporal. Pela crença antiga, a rigor, seriam todas primariamente “visuais”, secundariamente “auditivas” e terciariamente “cinestésicas”. Somente os cegos são primariamente “auditivos”, e secundariamente “cinestésicos”. Os surdos, por sua vez, não podem ser “auditivos”, em qualquer grau; são primariamente “visuais”, e secundariamente “cinestésicos”. E somente as raras pessoas que são cegas e surdas são primária e unicamente “cinestésicas”.

(Obviamente, para aprender a dançar ou a praticar um esporte, o aprendizado tem que ser sobretudo cinestésico, mesmo para as pessoas com visão e audição perfeitas. Mas não é disso que estou tratando aqui, e sim do aprendizado de conceitos abstratos.)

Se as pessoas usam todos os sentidos para aprender, quanto mais sentidos você usar ao estudar, mais eficaz esse estudo será. Se sua professora resolver um exercício durante uma aula sem falar nada, você pode aprender só de ver ela fazer. Se ela, enquanto resolver o exercício, também explicar passo a passo o que ela está fazendo, você vai aprender com mais facilidade, porque também vai ouvir a resolução. Mas o aprendizado mais eficaz será se, depois de ver e ouvir a explicação da sua professora fazer, você fazer um exercício semelhante, usando as próprias mãos.

Me lembro, ainda no Primário (Fundamental 1), quando estudei as Grandes Navegações pela primeira vez, a lista de especiarias que os portugueses iam buscar nas Índias. Algumas eu conhecia, que minha mãe usava: canela, cravo, pimenta. As outras, eu não tinha ideia do que eram, como eram. Seria muito melhor para o aprendizado dos estudantes se as professoras de História levassem para as salas de aula pacotinhos com cada uma das especiarias, para os alunos cheirarem, provarem. Melhor ainda, se combinassem com as cozinheiras de um dia fazer, para a merenda, pratos com e sem as especiarias, para os alunos entenderem a diferença que esses temperos fazem!

Questione antes da leitura.

As pesquisas criteriosas feitas sobre técnicas de estudo revelam que as mais efetivas são aquelas que desafiam o estudante a encontrar soluções para problemas que envolvam o assunto que ele está estudando. Os nomes e detalhes dessas técnicas variam, mas no fundo são muito parecidas.

Se você abrir qualquer livro didático recente, vai ver que cada capítulo ou unidade abre com uma bela ilustração, algumas breves informações sobre o que se vai estudar e uma ou duas perguntas intrigantes, que o leitor, naquele momento, não sabe como responder, mas que, até o final do capítulo ou unidade, deverá ter conhecimentos bastantes para isso.

Isso é uma implementação da técnica do questionário prévio (ainda que reduzido a uma única questão), que serve para deixar o cérebro “em alerta” para identificar, no decorrer da leitura subsequente, as informações que servirão para responder às questões inicialmente formuladas.

É claro que essa técnica só pode ser implementada adequadamente pelo autor do livro ou pelo professor em sala. Não tem como o estudante, que não sabe nada do assunto, formular para si mesmo questões prévias. Mas se o seu livro tem exercícios, você pode improvisar as questões prévias. É só você, antes de ler o texto teórico, ler os enunciados dos exercícios que vêm depois do texto. Nesses enunciados vão aparecer termos, conceitos, fórmulas, símbolos que serão apresentados no texto.

Questione durante a leitura.

Se você pegar um livro didático americano, vai reparar que, além das questões iniciais, há outras espalhadas pelo capítulo, ao final de cada sessão. São questões simples, de múltipla escolha, ou que exigem uma ou duas palavras de resposta. Os autores chamam esses pequenos questionários de quizzes, que pode ser traduzido por “perguntas rápidas”. O objetivo é checar se os leitores entenderam o que acabaram de ler, se souberam identificar as informações mais importantes. É bem mais efetivo, segundo as pesquisas, do que sublinhar.

Como os livros didáticos brasileiros ainda não têm isso, você mesmo tem que improvisar. Ao final de cada pequena parte do texto (identificada por um subtítulo), invente, no seu caderno, perguntas simples sobre os conceitos, propriedades, relações, interpretações que você acabou de ler. Não precisam ser muitas; duas ou três bastam por seção, que geralmente é o que se encontra nos livros estrangeiros. E elabore um gabarito com as respostas, como se fosse um teste que você estivesse preparando para outra pessoa. Depois que terminar a leitura de todo o texto (antes de uma seção de exercícios), volte aos seus quizzes e responda as questões que você formulou antes.

Questione depois da leitura.

Os primeiros exercícios “pra valer”, logo após a leitura, devem ser questões discursivas que cubram todos os aspectos importantes da matéria. Às vezes, esses questionários são simples compilações dos quizzes durante a leitura, mas o ideal é que sejam mais abrangentes. Esses questionários substituem com vantagem os ineficazes resumos. Se seu livro não tiver, faça o seu próprio questionário, e o responda mais tarde, em sua primeira revisão. Sim, é meio estranho você responder um questionário que você mesmo fez. Mas o importante nesse momento é retrabalhar as informações recém-adquiridas na sua cabeça, seja na forma de perguntas, seja na de respostas.

Disciplinas com muitas fórmulas e cálculos ― Matemática, Física e Química ― também devem ter esses quizzes e questionários. Muitas vezes o estudante passa logo do texto teórico para os exercícios resolvidos e propostos e começa a trabalhar a aplicação das fórmulas sem ter entendido direito o que elas significam, os conceitos por trás de cada variável e cada operador. Aí, depois, quando surge um exercício mais elaborado, que exige uma compreensão profunda dos conceitos, ao invés de mera aplicação de fórmulas, o estudante não sabe resolver.

Varie os exercícios.

A maior parte dos exercícios que tem nos livros são de “aplicação” ou “fixação”, voltados à resolução de problemas com os conhecimentos da matéria, em graus crescentes de dificuldade. Especialmente em Matemática, mas também em Física, Química e Português.

Mas tem um problema aí. Os livros costumam trazer exercícios repetitivos, que exigem passos semelhantes, quando não idênticos, de solução. O objetivo é forçar a memorização dos procedimentos essenciais de solução de problemas pela repetição. Só que, conforme as pesquisas sobre técnicas de estudo, essa não é a melhor maneira de proceder.

Descobriu-se que as pessoas assimilam os conteúdos aprendidos mais pela variedade e pela alternância de problemas do que por uma bateria de problemas muito semelhantes em sequência. (Tem um pouco a ver com aquela analogia da “paisagem nova” e da “paisagem repetida”.) O contraste entre formas diferentes de raciocinar estimula a formação de ligações (sinapses) entre os neurônios que armazenam os conceitos que estão sendo trabalhados. Quanto mais dessas ligações houver, mais firmemente os novos conhecimentos serão gravados na memória.

Então, enquanto os livros didáticos brasileiros não adaptam suas sessões de exercícios conforme essas novas descobertas, você, de novo, vai ter que improvisar. Sabe aqueles exercícios do tipo, “Faça tal coisa nos casos abaixo”, seguido de várias subquestões (‘a’, ‘b’, ‘c’, ‘d’…)? Você vai fazer apenas a primeira letra (‘a’), e então passar para o exercício seguinte. Depois, você volta e faz a letra ‘b’ do primeiro exercício, e logo a seguir um outro completamente diferente. E vai, assim, alternando os exercícios de diferentes tipos, até terminar a lista. Isso será mais efetivo do que se você seguir a ordem certinha dos exercícios no livro, que estará cheia de repetições enfadonhas.

Poupe sua borracha.

É um vício que se aprende cedo na escola, esse de apagar os erros, fazendo de conta que você acertou a solução do problema logo de cara. Os erros, pequenos ou grandes, que você comete ao resolver os exercícios, os caminhos de resolução que se revelam becos sem saída, são parte importante do seu aprendizado. Não os apague!

Errou? Destaque o erro (sublinhe, circule, faça um pequeno comentário), trace uma linha abaixo e retome a resolução a partir do último passo correto. Se você for tentar outra estratégia de solução, recomece do início, mas não jogue fora a tentativa antiga, que não deu certo. Quando por fim conseguir chegar à solução, volte às tentativas fracassadas e tente entender por que não deram certo.

Use a borracha somente para apagar erros que você identificar imediatamente, assim que os cometer, como um expoente copiado errado, um operador trocado, um verbo conjugado errado, pontuação incorreta, essas coisas. Para tudo o mais, deixe a borracha quieta no seu canto.

 Alterne as disciplinas.

Essa técnica já é velha conhecida dos professores e estudantes. E é das que funcionam! Assim como alternar exercícios diferentes melhora o aprendizado das diferentes técnicas de resolução, alternar disciplinas diferentes numa mesma sessão de estudos melhora o aprendizado delas. O contraste entre as áreas de conhecimento, os modos de raciocinar, os tipos de problemas e técnicas para resolvê-los, tudo isso colabora para melhorar o rendimento no estudo de todas elas.

É por isso que se recomenda, desde sempre, alternar Matemática com História, Física com Filosofia, Química com Geografia, Biologia com Português, coisas assim.

A única questão a ser decidida é o tempo a ser dedicado, em suas horas de estudos, a cada disciplina. Se você observar seu horário de aulas no colégio, e se ele tiver sido bem elaborado, verá que os tempos das aulas seguem o padrão de 50 minutos mais 10 de descanso, e não mais que duas aulas seguidas para uma mesma disciplina. Isso funcionava bem para a minha geração, mas não funciona mais para a sua. Jovens e adolescentes atuais têm dificuldade de manter a concentração em qualquer coisa por mais de meia hora, se chegar a tanto.

O mais efetivo, então, é fazer sessões de 25 minutos de estudo intercaladas com pausas de 5 minutos, e não mais que três dessas sessões seguidas para uma mesma disciplina. E quando mudar de disciplina, faça uma pausa maior, de 10 ou 15 minutos. (Veja mais sobre isso em Como Implantar um Ciclo de Estudos.)

Revise sempre, e sempre, e sempre.

Esta é, tecnicamente, a coisa mais difícil de se implementar numa rotina de estudos: a revisão. Ou melhor, as revisões, no plural. Sim, porque há tempos se sabe, e as pesquisas recentes comprovam, que não basta ver um assunto uma única vez e pronto. Tem que voltar ao mesmo assunto repetidas vezes, para que ele não se apague da memória. Sim, temos que ralar muito para conseguir manter na cabeça tudo que precisamos para passar num vestibular ou concurso público, cursar uma graduação ou uma especialização, aprender um ofício e seguir uma carreira.

A memória humana normal não é como a de um computador, em que você guarda um arquivo lá, não o consulta por anos, e então, quando você resolve usá-lo, ele está lá, exatamente onde você deixou, e do mesmo jeito que você deixou. Não, o cérebro humano, diferente do cérebro eletrônico, tende a apagar os registros da memória que não são usados com frequência, e armazenar permanentemente apenas as informações que são usadas mais vezes.

Se sabemos que nossos cérebros funcionam dessa maneira, então o segredo para aprender e não esquecer é relembrarmos com frequência aquilo que estudamos. E quanto mais você avançar no seu programa de estudos, mais revisões terá que fazer, pois haverá mais coisas que você precisará guardar na memória.

Muitos estudantes deixam as revisões de lado, pra tentar dar conta de tudo que precisam estudar. Só que isso é contraproducente, porque, sem as devidas revisões, à medida que você aprender coisas novas, vai esquecer as antigas. E depois, você vai ter que reestudar as antigas como se fossem novas! É como tentar encher um balde furado: você põe mais água em cima, mas vaza água embaixo…

Os professores tentam amenizar o problema propondo que os estudantes façam revisões em intervalos de tempo regulares. Falam pra você revisar tudo o que aprendeu durante a semana aos sábados ou domingos; no final de cada mês, revisar tudo o que aprendeu naquele mês; fazer outras revisões trimestrais, semestrais e anuais.

Mas a estratégia de revisões em intervalos periódicos e regulares não concorda com a maneira como nossos cérebros esquecem. Cerca de metade das informações sobre um novo assunto que você acabou de estudar se perde logo no dia seguinte! E a perda continua nesse ritmo nos dias subsequentes, caso você não faça nada para retê-las na memória. Se você esperar até o fim de semana para fazer a primeira revisão, você já terá esquecido quase tudo do que aprendeu na segunda e na terça-feira.

Se você fizer uma revisão logo no dia seguinte, você detém essa drástica perda inicial; mas apenas vai retardar o declínio da curva de esquecimento por alguns dias. Quer dizer, para você não esquecer o que aprendeu hoje, você tem que fazer uma revisão amanhã, outra depois de amanhã, e depois de depois de amanhã… A partir daí, não precisa continuar revisando o assunto todos os dias, pois, a cada revisão, as conexões entre os neurônios que armazenam as informações vão se fortalecendo. Mas ainda terá que revisar o assunto em intervalos de alguns dias.

A melhor maneira de fazer uma revisão não é relendo o texto, mas respondendo questionários e fazendo exercícios. Por isso, é contraproducente você fazer todos os exercícios de um capítulo de uma só vez. O ideal é deixar parte deles pra ser usados em futuras revisões. Mas é necessário dispor de uma quantidade razoável de exercícios pra fazer isso.

10 comentários em “O Que Funciona na Hora de Estudar”

    1. Sim, Jhon, tirei. O método era impraticável. Precisa ser adaptado para cada livro coleção de livros. Estou pesquisando isso.

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  1. Olá, Serjão Boa Tarde!
    (Desculpa por fazer tantas perguntas, às vezes exagero na dose kkkk.)
    A revisão deve ser feita com base em tópicos ou capítulos ? Por exemplo, a revisão é feita antes de partir de um capítulo para outro ou de um tópico para outro?

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    1. A *primeira* revisão deve ser feita ao concluir o capítulo. Infelizmente, ainda se desconhece quantas vezes, e com que frequência um assunto deve ser revisado para ser guardado pelo cérebro na memória profunda.

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  2. Boa noite, Serjão!
    Conheci hoje o teu site e posso dizer que me encontrei aqui. kkk
    Infelizmente, parece que a página que tu dedicaste exclusivamente para falar sobre revisões não se encontra mais disponível… Poderia colocá-la online novamente?
    Não esquecendo, claro, do agradecimento pelos longos ”tratados” (segundo teu amigo Affonso) aos quais fui exposto no site, Abraços.

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    1. Bem-vindo, Gabriel! Que bom que você está gostando do Guia do CDF!

      A postagem sobre revisões eu retirei do ar mesmo. (Pelo visto, faltou retirar os links pra ela.) Porque, conforme os retornos que recebi dos leitores, o método que eu sugeria lá era impraticável. Eu estou adaptando ele para cada disciplina, cada coleção de livros. (Ou o contrário, adaptando os livros para o esquema de revisões!) Mas é um trabalho imenso, que requer redistribuir toda a teoria e os milhares de exercícios de cada obra.

      Até o final do mês, ou no mais tardar o início do mês que vem, eu disponibilizo o primeiro roteiro de estudo incorporando um esquema de revisões. Será com a coleção Fundamentos da Física. Fique ligado!

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  3. Opa, Serjão! Obrigado pela dica do livro de português, o senhor também teria alguma dica de leitura para outras matérias? (a prova é de português, matemática, física e inglês). Cara, obrigado pela dica! Irei ler o tópico que o senhor recomendou.

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    1. Ah, cara, aí depende muito do que está no edital, para qual cargo é, para qual órgão, se é de nível fundamental, médio ou superior, se é municipal, estadual ou federal.

      Eu só dei um exemplo. Faz assim, pega os assuntos cobrados no edital para cada disciplina e confere com os sumários dos livros que você pensa em usar ou já está usando.

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  4. Fala, Serjão! Boa noite.
    Então cara, um amigo meu me recomendou seu site e disse que a leitura seria muito produtiva e realmente ele estava certo, amei os tópicos sobre um pouco da sua experiência e seja o herói da sua própria jornada. Porém, não vim aqui nesse comentário falar sobre isso, não achei um tópico melhor do que esse para comentar então aqui fica minha duvida: Estou estudando para um certo concurso e não sei ao certo se devo estudar pelos livros que tenho ou então pegar as matérias do edital e ler apenas os assuntos que o edital está pedindo. Atualmente tenho bastante tempo livre para estudos (cerca de 7 horas liquidas por dia) então estava estudando pelos livros que tenho (que por sinal você já postou alguns deles, que é o FME + física clássica) mas não estou sentindo os estudos estão fluindo muito bem, parece que estou perdendo tempo e sinto que a minha aprovação não está ficando próxima. Com a sua experiência, o senhor acha que devo continuar estudando pelos livros ou pegar os assuntos do edital, estudar as matérias que vão cair e partir para exercícios? Não tenho tanta pressa para ser aprovado nesse concurso, só quero acordar e saber que todo meu esforço foi recompensado.
    Obrigado desde já pela atenção!

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    1. Boa noite, Paulo Daniel! E bem-vindo ao Guia do CDF!

      A preparação para concursos públicos é diferente da preparação para o Enem ou o vestibular. No caso dos estudantes do Ensino Médio, se exige bom preparo intelectual — capacidade de raciocínio, de pensamento crítico — e boa memória para lembrar os assuntos estudados das várias disciplinas.

      No caso de concursos públicos, as provas são mais focadas no conteúdo mesmo, conforme detalhado no edital. Então, você deve estudar, seja por livros, seja por apostilas, somente o que está no edital. Estudar além do que o edital pede é perder tempo.

      Prefira livros de autores que escrevem especificamente para este público. Por exemplo, ao invés de estudar Português pelos livros que eu indico aqui, use “Português para Concursos”, de Renato Aquino. Livros assim são bastante objetivos na exposição teórica, e trazem como exercícios questões de vários concursos.

      Você tem que ter pressa sim em ser aprovado, pois pode levar muitos anos entre um concurso e outro para o mesmo cargo. Seu objetivo tem que ser sempre passar de primeira, no próximo que haverá. Veja também o que eu recomendo em “Mudando Hábitos e Fazendo Sacrifícios”. Você terá que ser ainda mais obstinado do que eu falo ali.

      Pense que um programa de televisão, uma partida de videogame, um “rolê com os parças” pode ser a causa de você não conseguir sua vaga. Porque naquela hora que você estava curtindo, um concorrente seu estava estudando, e ganhou uma hora de vantagem sobre você!

      Você tem que ser verdadeiramente obcecado por estudar. Esta deve ser sua ÚNICA razão de viver durante a preparação. As “coisas boas da vida” você deixa pra curtir depois que for aprovado.

      Bons estudos!

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